Tratamento especializado para tumores cerebrais e da medula

Diagnóstico preciso e abordagem neurocirúrgica para melhorar os sintomas e preservar funções vitais.

Tratamentos/Procedimentos

O tratamento dos tumores do sistema nervoso central e periférico é sempre individualizado, considerando o tipo de tumor, sua localização, sintomas associados e condição clínica do paciente.

As opções terapêuticas mais utilizadas incluem:

🔹 Cirurgia Neuro-oncológica

Remoção parcial ou total do tumor com técnicas modernas de segurança, preservando estruturas neurológicas e funções vitais. Utilizamos recursos como neuronavegação, microscopia e monitorização intraoperatória.

🔹 Biópsia Estereotática

Procedimento minimamente invasivo indicado para tumores profundos ou de difícil acesso. Com o auxílio de exames como ressonância magnética ou tomografia, o neurocirurgião insere uma agulha com alta precisão até a lesão para coletar amostras do tecido.
É essencial para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais eficaz. Por ser uma técnica segura, oferece rápida recuperação e baixo risco de complicações.

🔹 Abordagens Minimamente Invasivas

Sempre que possível, optamos por técnicas menos agressivas, que promovem menor tempo de internação, menos dor pós-operatória e recuperação mais rápida.

🔹 Radioterapia e Quimioterapia

Utilizadas conforme o tipo, grau e agressividade do tumor. Podem ser indicadas como complemento à cirurgia ou como tratamento principal em casos não operáveis.

🔹 Monitoramento Pós-operatório

Acompanhamento contínuo com exames de imagem, controle de sintomas e ajustes no plano terapêutico, garantindo segurança e qualidade de vida.

Tumores cerebrais

Os tumores cerebrais e da medula espinal surgem do crescimento descontrolado de células no sistema nervoso central. Eles podem ser benignos (não cancerígenos) ou malignos, e afetam regiões críticas como o cérebro, medula e nervos periféricos, impactando funções motoras, sensoriais, hormonais e cognitivas.

Entre os principais tumores tratados na neurocirurgia estão:

  • Gliomas (como o glioblastoma): tumores agressivos que se originam das células gliais.

  • Meningiomas: em geral benignos, crescem nas meninges e podem causar compressão cerebral.

  • Adenomas de hipófise: alteram o funcionamento hormonal do corpo.

  • Schwannomas: atingem nervos periféricos, podendo gerar zumbido, perda auditiva e dor.

  • Metástases cerebrais: tumores que se espalham de outros órgãos para o cérebro.

Cada caso exige uma avaliação individualizada para definir o melhor caminho que pode incluir cirurgia, radioterapia, monitoramento clínico e apoio multidisciplinar.

Sua dor não precisa ser permanente.

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Todo tumor cerebral é câncer?

Não. Existem tumores benignos (não cancerígenos) e malignos (cancerígenos). Ambos podem causar sintomas neurológicos e precisam de acompanhamento.

Dores de cabeça persistentes, convulsões, perda de visão, alterações motoras, desequilíbrio, confusão mental, entre outros variam conforme a região afetada.

Por meio de exames de imagem como ressonância magnética, tomografia e avaliação neurológica detalhada.

Nem sempre. A decisão depende do tipo, tamanho, localização e evolução. Em alguns casos, opta-se por radio cirurgia, medicamentos ou observação.

Com os recursos modernos da neurocirurgia, os riscos são minimizados. Em muitos casos, a cirurgia é fundamental para preservar funções e aliviar sintomas.

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